1 de julho de 2010

São só imagens


Como se estivesse numa fuga constante, Carolina tomava ônibus e pegava trens nem ela sabia para onde. Com atitudes como essa, ela confirmava o que todos pensavam a seu respeito. Para algumas pessoas, ela era uma doente mental. Alguém que precisava de controle. Uma coitada. Ela transmitia esse tipo de imagem às pessoas pelas suas tatuagens, cabelos desgranhados e seu humor blasé. E todo mundo que tiravam essa impressão dela não desconfiavam das quedas, dos buracos pelos caminhos.

Matheus Oliveira

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